Paciente

O meu foco principal como técnico de saúde mental é diagnosticar e prestar cuidados aos meus pacientes com doenças e perturbações mentais. É aliviar o sofrimento e dificuldades na vida de quem me procura. É também encontrar o equilíbrio necessário a qualquer ser humano para que possa usufruir de uma vida estável, saudável e plena.
Se por um lado as capacidades do técnico de saúde mental são importantes, por outro não se pode minorar ou desvalorizar a necessária força de vontade do paciente para pedir ajuda e querer ser ajudado. O tratamento é um esforço conjunto e contínuo.
O meu laço de lealdade absoluta é, como não poderia deixar de ser, com o paciente que me procura. É uma lealdade inviolável de confidencialidade e de confiança mútuas. Uma boa relação de confiança técnico-paciente é fundamental para o progredir do tratamento em prol de uma vida estável, saudável e plena.
O método de tratamento de privilégio valoriza a comunicação e a relação médico-paciente com o objectivo de melhor escolher a forma como ocorrerá o cruzamento entre a psiquiatria e a psicoterapia, associadas ou não a fármacos.

Família e amigos

A relação com o paciente é, fundamentalmente, individual. Não obstante, a família e os amigos são, não poucas vezes, elementos essenciais para o desenvolvimento de um tratamento bem sucedido. A família e os amigos próximos possuem um conhecimento mais profundo do ambiente em que o paciente se insere, para além de fornecerem apoio emocional e novas aberturas familiares.
Os pacientes encontram-se inseridos num contexto social, ou seja, pessoal, familiar e laboral complexo com enquadramentos relacionais específicos. Ocasionalmente as famílias e amigos mais próximos pretendem ajudar e apresentar alternativas a quem mais sofre. Neste sentido, aconselham e ajudam a procurar um técnico de saúde mental.